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Pacto antenupcial: quando o regime legal não é suficiente para proteger o patrimônio do casal
Ao planejar um casamento, é comum que as decisões se concentrem em aspectos emocionais e práticos do cotidiano. No entanto, existe uma dimensão jurídica que, embora muitas vezes negligenciada, pode impactar diretamente o futuro do casal: a organização patrimonial. No Brasil, quando não há escolha expressa, o regime aplicado automaticamente é o da comunhão parcial de bens. À primeira vista, pode parecer uma solução equilibrada. Contudo, ele nem sempre reflete a realidade ou os
há 3 dias2 min de leitura


Quando um contrato pode ser anulado (mesmo assinado)?
Assinar um contrato costuma trazer uma sensação de segurança, certo? Mas a verdade é que nem todo contrato assinado é válido. Isso porque no direito a validade de um contrato não depende apenas da assinatura, e sim da manifestação livre, consciente e informada da vontade das partes. Quando esse requisito é afetado, estamos diante de uma situação chamada vício de consentimento, e o contrato pode ser anulado judicialmente. Mas o que seria vício de consentimento? Vício de consen
30 de abr.3 min de leitura


Pacto antenupcial e planejamento sucessório: como antecipar decisões e evitar conflitos futuros
A organização patrimonial de um casal não começa no momento da partilha de bens, mas muito antes disso. Em um cenário cada vez mais complexo, em que famílias possuem diferentes estruturas, relações anteriores e patrimônios diversificados, o pacto antenupcial assume um papel que vai além da escolha do regime de bens: ele se torna uma ferramenta relevante de planejamento sucessório. A conexão entre casamento e sucessão O regime de bens adotado no casamento influencia diretament
23 de abr.2 min de leitura
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